Teaser: Do que Trata meu Livro

Finalmente vou tirar vocês do vale da ignorância, apenas para levá-los ao vale da curiosidade. Vamos esclarecer que ignorância aqui não está sendo usada segundo seu uso comum, e sim no sentido real da palavra: não conhecimento. Porque, afinal, muita gente, inclusive amigos, tem me perguntando com frequência alta: mas do que raios você escreve? Sobre o que é a sua história?

Meu, é muito difícil explicar. Eu passo cinco livros explicando e ainda assim muita coisa eu deixo no ar. MAS vou falar deste vez, apenas para aumentar a curiosidade (sim, pessoal, isso é marketing) e para saber o que acham da ideia.

Para começar, já falei que se passa numa dimensão paralela da Terra, onde não há seres humanos, mas outra raça, que é igual fisicamente, mas com algumas diferenças ligadas ao sistema nervoso (logo no começo do 1º capítulo do livro eu explico isso). Essas diferenças são muito legais, e são, basicamente, a maior característica que faz o livro pertencer ao gênero de Fantasia.

E, além de explicar tudo sobre esta “Terra alternativa”, conto uma história grande que envolve conspirações, guerras (que nunca chegam a acontecer completamente, apenas batalhas), jogos políticos e alguma coisa de tensão psicológica. Existe ação, aventura, alguma coisa de romance lá pro fim, bem coadjuvante, mas meu melhor trabalho é com os jogos emocionais.

Afinal, lido com ideologia e símbolos. Adoro símbolos. Todo mundo gosta, na verdade, algumas pessoas apenas não percebem.

Bem, eu tenho três personagens principais, mas – RÁ – não tem o triângulo amoroso, clichê universal. Na verdade, cada um deles está numa fase da vida e tem influência em seu próprio círculo. E eles interagem entre si, claro. No meu livro – em toda a saga – o romance é algo que fica de lado, que existe mas não é o assunto principal. O assunto universal tratado é a amizade e a confiança.

Parece muito chato falando?

Porque quando tem uma guerra, a primeira coisa em que pensamos são nas pessoas que amamos, nos nossos amigos, e em quem podemos ou não confiar. Então vamos atravessar cinco livros falando disso.

Cada livro pode ser lido como um capítulo de uma série. Ou seja, cada um tem sua histórica própria, com começo, meio e fim, mas fazendo parte de uma trama maior.

Eu adoro mistério. Mas não vou deixar todos os mistérios do mundo para serem resolvidos no último capítulo do último livro. Vou dando as informações e conduzindo o raciocínio do leitor até o próximo passo.

Vamos lá, agora, coisas de que gosto e que, portanto, me influenciam: Agatha Christie, O Senhor dos Anéis, Harry Potter, Sherlock Holmes, House, jogo de computador Runes of Magic, Nárnia, V de Vingança, Clássicos Disney, 007, Drácula (de Bram Stoker, claro), atores ingleses, teatro, Jane Austen. oO

É, vocês vão achar tudo isso nas entrelinhas. Não, não copiei nada de ninguém. Mas essas coisas fazem parte de mim tanto quanto minha família, meus amigos, meus desafetos, vocês que me leem, política internacional, economia e políticas públicas. E vocês vão achar tudo isso no meu livro.

Tenho cenários básicos. Já disse que há uma escola, o que vai me gerar comparações inevitáveis com Harry Potter. Mas fiquem tranquilos, lá pelo capítulo 4 do 1º livro já dá pra perceber que não tem nada a ver.

Tem o Conselho (eu amo o Conselho, e todo mundo ama o Conselho, porque os caras de lá são demais). Tem as organizações de segurança (eu NUNCA vou abandonar minhas raízes policiais). Tem os reinos vizinhos. Tem o lugar onde o vilão malvado está preso (mas ele só aparece no livro 3 hohoho).

Não, não é uma salada. Eu escrevo este livro desde os 15 anos e agora que estou mandando para tentar uma editora, é claro que coloquei toda a minha energia e a minha capacidade de concatenar ideias nesse meio. Algumas pessoas dizem que gostam de como escrevo aqui. Obrigada, isso significa que vocês vão gostar de como escrevo no livro! :D:D:D

Narro em 3º pessoa, que ocasionalmente diz ‘eu’. Isso faz sentido? Faz sim, vocês vão ver.

E, apenas para concluir ests pequena provocação, tudo o que eu sou está nesta série. Se vocês quiserem me conhecer, é só lerem o livro. Se não quiserem me conhecer mas lerem o livro, vai acontecer.

Não falo de experiências pessoais camufladas em parte nenhuma; é muito mais coisa do observo e transforme em algo novo. Lembra do que falei sobre associações de ideias do artigo ‘Inspiração e Criatividade’? Então. Eu uso aquilo mesmo. Não leu? Oh! Ainda bem que ainda está aqui no blog, lá nas primeiras postagens, né?

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7 pensamentos sobre “Teaser: Do que Trata meu Livro

  1. Alguém tá ficando famosa =D

    A questão do vilão sempre me incomodou muito. Não por ele ser mau, adoro personagens cretinos, mas pela necessidade de existirem, ou melhor, pela necessidade de serem chamados de vilões. Por que um vilão é um vilão? Só porque o mocinho é o mocinho? Por causa do conflito? Mas nós vemos confitos acontecerem nas nossas vidas todos os dias e nem por isso uma das partes é o vilão.

    Acho que isso tem muito a ver com quem vence. Se Voldemort tivess vencido, não seria ele o “mocinho” do novo mundo? Se os EUA tivessem perdido a segunda guerra, será que não falaríamos mais do que aconteceu no Japão? Não, não das bombas atômicas, mas das bombas incendiária que destruíram boa parte do japão incluindo Tokyo e Kyoto.

    Quando penso nisto lembro daquela fala do Chopin no Corcunda de Notre Dame “Quem é o monstro e o homem quem é?” e ainda a completo com um pensamento meu: “Há diferença?”

  2. Marketeira do caramba!…rs. Agora aguenta a ansiedade para saber que raça é essa, que vilão é esse (como assim só no livro 3?….rs… se bem que na minha obra o vilão também só é revelado no livro 2….rs…e suas verdadeiras intenções somente no livro 3…kkk).

    Pode deixar. Como já disse antes, eu vou sim bombardear a editora para a qual você enviar sua obra.

    Muito interessante isso que você falou sobre conhecer o autor através de sua obra. Quando falo sobre meu livro a ser lançado, aí que eu percebo o quanto coloquei de mim no livro. Impressões pessoais sobre a vida e a morte, bem e mal e outros assuntos. É tudo insconsciente, mas ao mesmo tudo pensado. Engraçado, né? Seu livro não deixa de ser um cartão de visitas do próprio autor. Melhor: um trailer do autor…rs. Ou uma grande propaganda!…rs

    Eu a conheço aos poucos através de seus escritos e me lembro que na noite de autógrafos do Leandro Schulai no Market Place, você foi uma dos presentes com as perguntas mais pertinentes durante a palestra da Revista Fantástica.

    Aliás, a srta. nunca deu sua opinião sobre a sinopse oficial do meu romance de estréia que postei no blog do livro: http://aaprendizadeelementar.blogspot.com/ Quero a opinião da srta….rs. Bjs e bom fim de semana.

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