Caçadores de Bruxas à Venda na Amazon Brasil

Eu fiquei tão feliz que o livro esteja à venda no formato e-book na Amazon Brasil! Só por R$ 1,99 o livro INTEIRO!! 😮

É uma honra para mim ter saído numa coletânea junto com pessoas tão incríveis quanto os autores dos outros contos.

No meu conto, narro sob o ponto de vista do inquisidor e sua confusão mental ao enfrentar uma bruxa que o deixa em dúvida o tempo inteiro.

Tenho alguns impressos comigo, para quem prefere. O valor dele é R$ 36,90, se alguém estiver interessado.

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Hoje recebi um feedback de uma pessoa, que, para mim, foi super relevante. Primeiro, porque é uma autora que eu respeito, embora não conheça muito de sua obra, e, principalmente, porque a conheço pouco, e nosso maior contato é comentando uma postagens da outra, então ela não tinha a menor obrigação de me agradar. Quando uma pessoa assim diz que gostou, e explicou todos os motivos, é claro que fiquei super emocionada.

A pesquisa que fiz (e ainda estou fazendo) para escrever o romance, não se revela acho que nem em parte no conto, mas fiquei mais de um ano apenas lendo e anotando detalhes sobre bruxaria/ Inquisição/ mulheres naquela época/ sociedade etc, para conseguir me sentir confiante de começar a escrever. Este conto se passa no universo de Feiticeira da Terra, algum anos antes do romance, que ainda estou escrevendo.

Para quem não tem KIndle e se interessou no preço do e-book (que é mesmo a coisa mais maravilhosa do mundo), é possível baixar o aplicativo para pc/mac no próprio site da Amazon, e tem disponível na Apple Store e na Google Play.

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Boas Novas Literárias (ao menos para mi

Faz quase três meses que não escrevo aqui no blog, e continuo com visualizações constantes numa média diária bem satisfatória para quem andou não escrevendo nada para cá.

Quero por as coisas em ordem.

Este semestre terminei a faculdade, entreguei TCC, fui aprovada com muitos elogios da banca e meus orientadores. Finalmente, depois dos anos de estudo, publicitária formada, e não apenas de fato.

Ou seja, nada de mais ausências da Revista FANTÁSTICA, como alguns de meus leitores devem ter notado no site deles. Eu realmente me afastei para não me comprometer com um trabalho sério que eu não poderia levar adiante junto com o TCC.

O artigo que vai marcar minha volta para a FANTÁSTICA será para a cobertura da FLIP 2012 (para quem não sabe, é a Festa Literária Internacional de Parati), que ocorre de 4 a 8 de julho.

Ontem, dia 16 de julho, foi o primeiro evento da Tarja Editorial comigo à frente da coordenação de Marketing e Comunicação deles, e foi muito gratificante. Propusemos um formato diferente de mesa redonda, na Casa das Rosas, das 15h às 17h: lemos trechos de alguns contos dos dois primeiros volumes, Vermelho e Laranja, em formato de leitura dramática, com atores diferentes para cada personagem lido, incluindo narrador. Então, a partir da leitura, era proposto para a mesa um tema para o debate, em que o público podia tomar participação e comentar, perguntar etc. Experiência maravilhosa, e esperamos colocar as fotos, vídeos e resenhas do evento no Facebook da Tarja o mais tardar amanhã.

Depois tivemos ainda a noite de autógrafos do Paradigmas Definitivos. Só quem já foi num evento para saber qual a graça de ir até o Pier 1327 conversar com a tchurma noite adentro.

Capa Paradigmas Definitivos

Capa Paradigmas Definitivos

Sábado, dia 23/06, das 17h30 às 19h30 haverá o lançamento oficial da Fantástica Literatura Queer – Volume Amarelo na Biblioteca Viriato Corrêa, no Sarau Literário Queer. Lá teremos mais discussão, leituras dramáticas, uma encenação de um dos contos (segredo qual é) e até música, com o autor César Marques. Ele vai cantar composições próprias e alguns clássicos (ouvi dizer que “I Want to Break Free”, do Queen, estaria na set list, mas isso pode ser só eu dando uma de linguaruda).

O Inevitável Apocalíptico Vírus Zumbi, composição original nerd de César Sinício Marques

Bom, posso dizer que estou adiantando um evento de lançamento para o livro da Alliah que sairá pela Tarja Editorial, O Mentafetaedro.  A menina é doida, e merece um lançamento à altura. Só o que posso dizer a respeito disso por enquanto.

Outra coisa: sei dos futuros lançamentos da Tarja, e estou tão encantada por eles que periga esquecer de dormir pensando no que fazer com eles.

Chega de Tarja (mesmo minha vida orbitando em torno da editora até então, e este fato me fazendo muito feliz). Dias 23 e 30 o grupo de teatro Berotechnics, da Cultura Inglesa Guarulhos, do qual faço parte, irá apresentar uma versão adaptada do musical Wicked no Cultura Inglesa Drama Festival, e eu gostaria de convidar quem estiver interessado para assistir.

Poster Musical Wicked Original

Poster Original do Musical “Wicked”

Além disso, pelo grupo de teatro Fora de Foco, do qual também faço parte, apresentaremos Orgulho e Preconceito no teatro Adamastor, em Guarulhos. É a mesma montagem que ficou em cartaz no teatro Cultura Inglesa Pinheiros, com casa cheia em todos os fins de semana de apresentação, que ocorreram durante o mês de julho de 2011. Ainda não temos data, mas assim que tiver divulgaremos. Só sei que será em julho. Eu interpreto a Mary Bennet e a Sra. Gardener.

Irmãs Bennet do elenco original

Irmãs Bennet do elenco original

E, finalmente, tenho um livro escrito, re-re-revisado, muito bem betado, e prontinho para submissões diversas. Enquanto isso, sigo com a pesquisa sobre Inquisição para meu próximo romance.

Ah, e tenho trabalhado num conto para a coletânea Livros, da Editora Estronho, que está com uma proposta incrível. Aqui está a chamada de submissões, para quem se interessar. O prazo é 1º de dezembro, então dá tempo, viu, galera. Eu sou um lixo de contista, e tenho que trabalhar muito para submeter uma história legal e bem escrita.

Eu me gosto mais como romancista, e muito se engana quem acha que é mais fácil escrever conto. Doce ilusão. Só porque tem gente que é melhor contista que romancista não significa que seja mais fácil.

Eu até tenho mais novidades, mas ainda está cedo. Eu logo logo vou contando coisas, conforme puder. Por ora, deixa eu voltar para “Damas do Século XII”, de Georges Duby, que a minha linda consultora histórica do projeto-Inquisição, Nikelen Witter, indicou como bibliografia.

Pesquisa para Escrever e Ideia de um Novo Romance

O reino das ideias tem sido o reino mais real para mim há muito tempo. Desde que me lembro. Um psiquiatra que porventura encontre esse blog poderia me diagnosticar com algum tipo de esquizofrenia, mas E.L. Doctorow tem uma famosa quote atestando que escrever é a única forma socialmente aceitável da doença.

E “real” é diferente de “material”; as ideias só se tornam materiais escrevendo, cantando, pintando, desenhando, dançando, tocando, rabiscando ou realizando qualquer outra forma de expressão artística – por excelência a comunicação de uma ideia, sua materialização. Mas ideias são tão reais quanto alguma coisa pode ser.

E um belo dia tive uma ideia maluquinhas, dessas que aparecem e começam a martelar. Não me lembro se estava lavando a louça, tomando banho ou andando por quarenta minutos entre a Paulista e o meu trabalho – que são alguns dos momentos mais propícios para se ter uma ideia maluquinha, já que é quando não temos nada em especial para nos concentrar que exija muito do cérebro.

E a dita ideia é que meu próximo romance vai ter como cenário temporal a Inquisição.

Ora, não sou formada em História,então tudo o que sei a respeito vem do que aprendi na escola e do que vi em filmes, sendo que o único que me vem à memória claramente é O Nome da Rosa. Ou seja, não sei muito. Na verdade, não sei nada.

É uma boa constatação, sabe, a de que você não sabe nada a respeito de algo, porque é quando costumamos pensar em fazer algo a respeito. Se quero escrever um livro que se passa no período da Inquisição, preciso conhecer melhor a época, os costumes, as pessoas, como pensavam de si a respeito da sociedade, a Igreja, o poder, a economia, a política. É muita coisa para entender.

Minha preferência pelo gênero de literatura fantástica não me permite simplesmente inventar fatos, como alguns acreditam funcionar esse tipo de histórias, até porque, não lembro qual foi o escritor que disse “a ficção precisa fazer sentido, ao contrário da realidade”.

E é muita coisa para aprender antes de começar a escrever de fato. Quero dizer, tenho todo o plot, a ideia geral das personagens, suas funções, sei o que quero transmitir e para onde vai caminhar, mas a fase da pesquisa é necessária. Você não escreve sobre algo que não conhece. Por mais sensacional que uma ideia seja, é a materialização dela que vai chegar às pessoas, então é uma parte importante.

Depois de ponderar, concluí que não teria a capacidade autodidata de conhecer tudo o que precisava para tornar o cenário convicente o bastante sozinha. E foi por isso que pedi à minha querida amiga e professora universitária, historiadora, Nikelen Witter, que fosse minha consultora história. Pedi, convidei, implorei; o que soar melhor.

Mandei para ela as poucas linhas que havia escrito e tudo o que pretendia em traços gerais, para ela avaliar o nível de trabalho. A Nika me recomendou uns dez livros para ler, de períodos diferentes da Inquisição, entre outros de temas mais específicos para a minha história, que não pretendo revelar agora.

Foi quando entendi o tamanho do problema. Surgiram mais perguntas ainda. Em qual século? Em qual fase da Inquisição? Em qual região (porque ainda não havia os países como os conhecemos hoje)? E mais um milhão delas.

Pode até ser que algumas pessoas ficariam desanimadas com a perspectiva de ter tanto trabalho, mas eu, muito pelo contrário, fiquei mais empolgada ainda. É tudo muito rico, muito, muito, MUITO revoltante, e entender que alguns fatos vem daquela época, que algumas coisas que aconteceram naquela época vieram de bem antes… é tudo muito mágico. Mágico como escrever literatura fantástica.

A apaixonante arte de escrever é mais do que isso; é entender o que queremos transmitir e materializar a ideia de uma forma palatável ao público que desejamos atingir.

Preciso confessar apenas que não estou conseguindo ler tão rápido quanto gostaria. Alguns livros sobre a época tem a estranha capacidade de me causar náusea, irritação, indignação e essas coisas maravilhosas que compreender História podem fazer conosco. Se eu conseguir transmitir metade dessas sensações em meu romance, acreditarei ter cumprido meu objetivo.

malleus maleficarum
Capa do Livro Malleus Maleficarum, escrito por inquisidores em 1484

P.S.: conheçam o blog da Nikelen Witter, essa pessoa maravilhosa e inspiradora que me deu a honra de ser minha consultora para uma obra mais ambiciosa que outras.

O Twitter dela é @NikelenWitter, e é um daqueles perfis que não te aborrece seguir, porque não fica floodando a timeline com bobagem. Na verdade, ela costuma postar coisa interessantíssimas, mas isso já dá para notar pelo blog, bem diversificado mas sempre relevante.

Novas Pinturas Digitais

O namorado fez duas novas pinturas digitais. A menina ruiva era uma das três principais da história. Esses são os outros dois.

Dica: os elementos da cena ligados aos personagens importam, não são detalhes vazios, ok?

Vou colocar os links da galeria dele aqui, para vocês verem maior.

Hoje sem tagarelice de minha parte, que meus dedos estão coçando para escrever quando eu chegar em casa.

http://guibarzinski.cgsociety.org/gallery/937841/
Este primeiro é o professor Spencer, ex-investigador chefe. O anti-herói da história, porque heróis me irritam na maior parte do tempo, e eu não podia ficar irritada com um de minha autoria, né? A águia no braço dele é a Alfa.

 

http://guibarzinski.cgsociety.org/gallery/937838/

Este é o conselheiro Bettarello, um dos meus favoritos, embora não apareça tanto quanto a Anna e o Spencer. Cada um, em sua esfera, é importante de formas bem diferentes no desenrolar da trama. Atentem aos detalhes, especialmente certos medalhões feitos em 3D Max 😀

Parceria de Blogs e Sua Importância

Estou falando de parceiros no sentido profissional, ok? Porque vai que alguma engraçadinho quer brincar de ver duplo sentido nas palavras 😀

Bom, estava eu enrolando na faculdade (porque tenho uma porcaria de matéria EAD, e por isso não tenho a última aula de segunda-feira de manhã) e fui fazer o banner de divulgação do meu livro/site que minhas colegas de Twitter pediram para por nos blogs delas.

Fiz vários, não sabia bem que formato elas preferiam, e fiz algo próximo do normal. RÁ! O leitor assíduo e atento deverá ter notado a belíssima contradição em que aparentemente caio aqui, já que não sei coisa nenhuma de webdesigner, e sempre insisto que o melhor é contratar um bom profissional, ou pedir para algum amigo fazer.

Bom, apesar de não saber os padrões de tamanho, ainda sou publicitária, o que me torna capacitada para criar um banner (depois enquadramos as medidas).

Mas o que eu realmente gostaria de falar é sobre a importância das parcerias. Hoje em dia é fácil ter acesso à informação, sabendo onde procurar, e é fácil se comunicar, sabendo os meios para atingir seu público. O problema é que a internet facilita muito a vida, e acabamos querendo atirar para todos os lados, tentando chegar a alguém que possa se interessar ao que temos a oferecer.

Empresas perdem fortunas com essa mentalidade.

O certo é você trabalhar arduamente para descobrir quem é seu público, do que ele gosta, e ir atrás dele onde ele está.  No caso da web, os sites, redes sociais e portais de interesse dele. Mas no começo de qualquer coisa não temos dinheiro para anunciar. É caro, nem sabemos se o retorno é certo, e dependendo do que queremos mostrar não haverá retorno financeiro.

Por exemplo, o trabalho da Revista Fantástica. Se usássemos nosso dinheiro (supondo que a equipe faria uma vaquinha) não haveria retorno financeiro do anúncio, porque a Fantástica é um projeto ao qual nos dedicamos voluntariamente. Significa que não ganhamos dinheiro para escrever, editar ou divulgar a revista.

E aí entram nossos queridos blogs. O que temos a oferecer? Espaço de anúncio no site da revista, que pode levar nossos leitores a conhecerem o trabalho do blog. E o que este blog tem a oferecer em troca? Espaço de anúncio nele próprio. O que ganhamos com isso? Os seguidores do blog que ainda não conhecem a revista passam a conhecê-la, e os que se esquecem dela são lembrados constantemente.

Só que não precisa ser tudo um negócio friamente calculado. Nesse mundo da internet fazemos muitos amigos, que viram parceiros porque gostam do nosso trabalho e porque gostamos do trabalho deles. Aliás, preciso me desculpar por ainda não ter colocado links de blogs que divulgam este aqui. Fico com medo de esquecer algum. Acabo de ter uma ideia maravilhosa! Os leitores que divulgam o carolchiovatto.wordpress.com em seus blogs deixem o endereço deles aqui que eu vou providenciar a lista! 😀

Bem, algumas companheiras de Twitter haviam me pedido algum banner do meu site para divulgar em seus blogs, e vou colocá-los aqui. Se clicarem na imagem para visitar apena ela terão um html (qualquer problema avisem que jogarei tudo no Gravatar). Deixem o link do blog que está divulgando o meu banner. Minha barrinha lateral da direita vai crescer bastante, pelo que estou prevendo ^^

Meu site ainda não entrou no ar, porque tive uma ideiazinha (assaltada do Leandro Reis – www.grinmelken.com) que vai complicar a vida da Cah Bachiega, a pessoa mais paciente do mundo com minhas maluquices andantes.

Bem, digam se gostaram dos banners! Estou usando as pinturas digitais feitas pelo namorado e também a tipografia criada por ele (outra pessoa que sofreu com minha mente doidinha). Se tiverem interesse, o portfólio dele é www.guibarzinski.carbonmade.com

Bom, vamos ver:

Selo super básico

Este foi uma coisinha bem discreta e basiquinha, para quem quiser apoiar mas não quiser colocar uma coisa escandalosa. Não esqueçam, o link do site já é http://www.cidadedosnobres.com – Ele ainda não está no ar, mas já temos a página de em breve lá.

Banner maior

Esse foi o banner maior. Foi uma delícia fazer, e ainda fico babando com o trabalho do namorado. Vocês ficam também?

Banner de apoio à publicação

Bom, como se trata de uma obra ainda não publicada, ainda sem editora, este é uma banner de apoio à publicação, mais simples, mais limpo.

Banner vertical 1

Este é um banner vertical que tem um gêmero, com a outra personagem já desenhada pelo namorado. Dentre as pinturas digitais promocionais, vou fazer de cinco personagens, e a terceira está a caminho. Ainda não divulguei esta segunda inteira porque ainda não foi pro CG Society do namorado. Vou postar o link assim que estiver lá. Antes que alguém pergunte, era minha intenção não mostrar o rosto da personagem (uma da três principais) e focar na águia. Ela em vizalização 100% está linda e séria.

Banner vertical 2

Este é o banner gêmeo do anterior, mas esta personagem vocês já conhecem e já sabem como é a imagem inteira.

Espero que tenham gostado! E se não tiverem, podem dizer também, que estamos aqui para receber todos os comentários que quiserem fazer. Os ofensivos eu publico também, para deixar claro, que é pior para o autor deles 🙂

E viva a parceria dos blogs!

Site

Após longo feriado emendado em que me dei ao luxo de não fazer nada, volto aqui para falar com vocês! Faz tempo que não escrevo dicas e coisas assim, e acho que é justamente uma das coisas que mais interessa ao leitor deste blog, ao menos pelo feedback.

E, bem, o site do meu livro Cidade dos Nobres entrará no ar nesta semana ou na próxima, conforme disse minha webdesigner, a diva Carolina Bachiega. Ela já colocou um banner de “em breve” no domínio, então deem uma olhadinha. A fonte foi criada pelo namorado, Guilherme Barzinski, segundo meu briefing.

www.cidadedosnobres.com

 

Pois bem; e do que vamos falar hoje? De sites. Ué, muito me surpreende eu não ter falado sobre esse assunto antes. Sites são algo básico hoje em dia, tanto quanto beber água. Se você tem uma pequena empresa e não tem um site bom, então você não tem nada. Se quer divulgar uma ideia, então é melhor ter um perfil nas redes sociais, um site (e um blog também, sendo que o blog pode estar dentro do site), tem que marcar sua presença com seu público na internet.

Mas se é para fazer um site mais ou menos, é melhor não fazer, pelo menos não logo. Por exemplo, eu não entendo nada de html, css e essas linguagens de site, então não existe a menor chance de eu fazer um site minimamente aceitável. Então não fiz. Contratei minha amiga de longa data, que inclusive é designer (afinal, de que adianta saber mexer com a internet se o site ficar feio?) para montar o site e, pacientemente ando esperando.

E um editor me perguntou: mas você não tem nem editora e já vai colocar um site no ar? Então você não vai mudar de jeito nenhum nada do seu livro?

Oras, eu sei que alguma coisa ou outra vai ter que mudar quando passar pelas mãos de um editor (ou muitas coisas), a ordem de alguns fatos para melhor explicar ao leitor, mais cenas disso, menos cenas daquilo, mas as informações disponíveis no site são sobre o mundo que eu criei, sobre as personagens, sobre a história desse mundo, onde ficam os reinos, qual o mapa deles. Isso vai ter que mudar? O editor com quem conversei disse que é possível que mude tudo.

Mas aí não será meu livro, será? E, nesse caso, vou demorar um tanto a mais para publicar. O site está indo para o ar. Se alguma coisa precisar ser mudadaa e a justificativa for bem fundamentada e pertinente, mãos à obra. Mas se o editor quiser usar o que criei para escrever a história dele, no deal.

Bom, isso à parte, estava falando sobre a importância de um site. Um site é como um endereço, as pessoas terão para onde correr. Se disserem que a Emma Watson cortou o cabelo joãozinho, as pessoas vão para o site oficial dela para saber se é verdade. Se disserem que a padaria do Seu João vai começar a oferecer serviço de entrega, é melhor entrar no site para verificar. Se disserem que o autor vai publicar no mês que vem a obra tão aguardada, é lá que vão conferir as novas.

Claro, um site e um blog nesse aspecto são muito semelhantes. O Vianco mesmo tem um blog (inclusive o endereço está na barrinha lateral de links indicados, assim como o fashion-feelings, site da Carol Bachiega). Mas creio que o site tem a vantagem de ser profissional. Você pode vender produtos por ele, pode criar interatividade com o visitante. Os blogs de hoje em dia, especialmente aqui o WordPress, são ótimos, tem variedade infinita de gadgets, e representam uma forma gratuita de conversar com pessoas de todos os cantos.

Mas ainda creio que um site seja aquele cantinho especial onde vamos checar as informações em primeira mão. Sendo assim, aconselho que não esperem muito de um não-profissional, que o resultado pode ser desastroso. Se você não sabe fazer, não faça para economizar uma graninha. Se você está disposto a investir nuam ideia, invista nela de verdade.

Bom, é melhor contratar alguém conhecido, na minha opinião, porque você tem mais proximidade com a pessoa. Por outro lado, isso pode criar um problema. Tenha certeza de que sei amigo é profissional o bastante para dizer que alguma coisa não está tão boa quanto você acha (se vocês forem como eu, devem adoram dar pitaco).

E, para finalizar, encorajo vocês a usarem multimeios, que, resumidamente, trata de usar várias plataformas (redes sociais como Twitter, Facebook e Orkut, podcasts, videologs no Youtube, site, impressos) para possibilitar ao seu público uma vasta experiência com o que você tem a oferecer a ele. Seja você autor, editor, advogado, médico, desenhista, ator etc.

Labuta

Algo que preciso compartilhar com vocês: pela primeira vez em toda a minha vida eu tirei notas baixas na faculdade. Foi bom abrir a página de notas na internet e levar aquele banho de água fria, porque eu tenho uma mania de querer abraçar o mundo, e às vezes não consigo. Não, eu não vou ser reprovada em matéria nenhuma. O tapa na cara de ter tido um desempenho ruim em alguma coisa me fez lembrar que, mesmo eu não sendo nenhuma Mulher Maravilha, eu faço esse monte de coisas porque gosto.

Eu gosto da minha faculdade, é que estudar de manhã quando a noite é o único espaço de tempo que você tem livre para escrever, organizar as ações de divulgação de seu livro, pesquisar esditoras, lembrar que você tem coisas pra fazer no trabalho no dia seguinte… é cruel. Eu não sou uma daquelas pessoas capazes de ir dormir à uma da manhã e acordar às 6h no dia seguinte e ficar bem. Fazer isso uma vez ou outra, vá lá, mas sempre?

Daí vez a catástrofe na faculdade. Ué, você não vai pra faculdade é claro que não vai saber do que se trata o assunto que cai na prova (embora eu soubesse muito bem, e as notas catastróficas tenham vindo porque negligenciei os trabalhos).

Mas o que isso interessa a vocês? É que a vida é muito curta para cometer todos os erros possíveis, então aprendam com os erros dos outros, no caso, o meu. Nós não somos máquinas. Trabalhar e estudar já é sacrificado, quanto mais estudar, trabalhar e ainda por cima ter projetos pessoais. A todos vocês que fazem isso, meus parabéns, porque não é fácil. Vocês já são muito melhores que certa figura política que não gosto muito de citar para não causar problemas.

MAS preciso confessar: quando estou na faculdade, eu amo estar lá, fico fascinada com o estudo de Publicidade. Muitas pessoas acham que é fácil, que qualquer um pode fazer, mas nada acontece com base no achismo. As ações publicitárias são friamente calculadas (e às vezes cometem erros porque não se faz cálculos precisos em Ciências Humanas – há sempre o fator mutante de 46 cromossos a considerar).

E, embora esteja cansada, quando chego na Análise (onde trabalho), eu gosto de estar trabalhando, de saber que vou ganhar o meu lindo salário de estagiária no fim do mês e vou pagar a minha faculdade. Não há nada mais digno que isso.

No trabalho tenho acesso livre às redes sociais, o que me possibilita fazer meu outro trabalho: relações públicas da Revista Fantástica, que é uma das atividades mais gratificantes que já realizei na vida. Nada mais libertador do que fazer algo que você gosta porque você quer e as pessoas ainda precisarem e gostarem desse trabalho. É incrível.

E a minha professora de Mídia disse que sou muito intensa com as coisas, que não me contento com o mediano. De tudo eu quero o máximo. Bom, deve ser verdade, e não consigo me imaginar vivendo de outro modo.

Tem o teatro às segundas-feiras, e é maravilhoso. Nunca antes eu imaginei que me veria ansiando pela próxima segunda. O fim de semana terminar dói menos agora eheheheh.

E, claro, o projeto da minha vida. Meu livro. Bom, não escondo de ninguém que eu escrevo que nem uma louca que mergulha em outra realidade, mas eu também coordeno as ações promocionais (que vão começar assim que alguma editora inteligente aceitar o meu livro e resolver publicá-lo), as pinturas que o namorado faz (a da Anna que mostrei e a que ele está fazendo agora são imagens promocionais; as do booktrailer virão depois), o storyboard do booktrailer, incluindo narração, imagens, vídeo, trilha sonora, e, claro, o site, que a diva Carolina Bachiega está fazendo para mim. UFA!

Aliás, olhem que impressionante o detalhe da luva do personagem em que o namorado está trabalhando:

Luva de ave de rapina

Haverá uma águia pescadora (aquela que os mortais chamam de águia americana, com a cabeça branca) pousada no braço dele, e esta é uma luva especial para que as garras da fofinha não façam um estrago no braço dele. Os dedos da luva são assim mesmo, parecendo mais curtos etc, mas é tudo questão de proteção. A foto de referência ficou no chinelo perto desse trabalho *.*

Por isso tenho andado caindo pelas tabelas e escrevi um post gigante, que não era intenção inicial, porque tenho dois artigos para escrever e não vai acontecer antes de segunda (fins de semana são dias de namorado e trabalho duro no livro).

Os próximos dois posts serão a continuação da narrativa detalhada sobre como foi o Papo Fantástica ao vivo, na Livraria Cultura do Market Place dia 16/10 às 18h (é pra encher a paciência mesmo, assim quem não foi nunca mais esquece a data hehehehe) e a resenha do livro Cira e o Velho, do Walter Tierno, que também colocarei no Skoob, claro.

Qual virá primeiro? Não sei, depende do meu humor e de qual os leitores pedirem. O que vocês querem?

Pintura Digital Completa

Aqui estou para soltar um pozt bem rapidinho. Amanhã vou escrever uma resenha do livro BENTO, do André Vianco. Por hoje, queria dizer para vocês que meu namorado finalmente conseguiu acabar a pintura digital de uma das três personagens principais do meu livro, Anna Rovère.

http://guibarzinski.cgsociety.org/gallery/926907

Calculo que tenha demorado entre 40 e 50 horas de trabalho para completar todos os detalhes, com uma tablet e Photoshop CS4. Trabalho de mestre em minha modestíssima opinião, tanto é que pedi que ele fizesse.

Ela é uma aluna de 16 anos da Cidade dos Nobres, mas há muito mais nela do que parece há primeira vista. Gostaram?

Prólogo do Meu Livro

Bom, decidi colocar aqui porque preciso muito saber de vocês o que acham que vai dar, se dá vontade de ler, de entender o que vai acontecer, o que antecedeu isso tudo etc. FEEDBACK é extremamente importante para mim nesta etapa da minha vida literária, então sejam bonzinhos comigo, ta? Eu nem costumo pedir comentários, só desta vez porque é necessário. Lembrando que esta criança está registrada no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional, e a mamãe dela sou eu 😉

Lá vai.

A rainha do Reino das Montanhas, Rebecca Sol, estava em seu quarto, em silêncio, pensando. Agora faltava menos de um mês para o grande final. Entretanto, ela sentia que havia algo errado. Era como se faltasse alguma coisa.

A Cidade dos Nobres era um inimigo poderoso, e por diversos fatores. Primeiro, os sábbios mais poderosos da Terra viviam lá. Segundo, a melhor escola de combatentes às habilidades negras estava lá, no Grande Colégio Superior. Terceiro, as melhores táticas de defesa estavam lá, nos três órgãos de segurança: a Frente de Investigação, o Ofício de Elite e a Guarda Real. Quarto, o povo nobreano era naturalmente patriota, e deixaria qualquer rivalidade interna de lado para defender a Cidade dos Nobres. Quinto, a força política e ideológica do Conselho dos Sábbios – não só em sua unidade como na pessoa de cada conselheiro – era algo muito mais forte que o medo que alguém quisesse impor.

Não, a Cidade dos Nobres não se renderia. Ela lutaria até o fim se preciso fosse, e contra todos. A Cidade dos Nobres era um gigante, um titã, um símbolo, e não se destrói símbolos, pelo contrário; eles só se fortalecem. Para derrubar a Cidade dos Nobres não bastaria destruir ruas e casas, não bastaria matar pessoas; era preciso destruir o símbolo, a ideologia.

Poderiam usar espectros negros para invadir o poderoso inimigo durante a noite, poderiam mandar fadas invisíveis acabarem com exércitos, mas isso apenas suscitaria nos nobreanos a vontade de lutar e defender sua pátria adorada.

Vasconcelos estava terrivelmente enganado. Mesmo tendo sido um conselheiro, ele não via o óbvio. A força da Cidade dos Nobres era muito mais psicológica do que física. Matar o conselheiro mestre não ajudaria, porque aquele velho tinha um poder que ninguém mais tinha: o povo o amava e confiava nele cegamente. Se Álvaro Bettarello fosse morto, seria impossível destruir a Cidade dos Nobres, porque o povo se uniria em torno do nome dele e se tornaria invencível. Outro símbolo.

O único modo de vencer a Cidade dos Nobres seria desacreditar seus valores, o Conselho, as pessoas.

E esse era o maior desafio.

Como desacreditar o Conselho, cuja primeira atitude ante uma ameaça de guerra fora proteger todas as crianças do reino? Como desacreditar os conselheiros, que visitavam os hospitais e escolas toda semana para avaliarem pessoalmente se estava correndo tudo bem? Como desacreditar estes homens, que trabalham dia e noite se preciso? Como destruir uma confiança construída secularmente sobre cada atitude, mais do que sobre palavras?

Primeiro vocês e dizem o que acham, depois eu conto do que se trata isso tudo. Lembrando que o Prólogo é um trecho de um dos últimos capítulos do livro, antes do clímax.

Espero que tenha gostado.

MAS, se tiverem odiado, achado uma merda, quiserem gritar, por favor, quero ler qualquer coisa que tenham a dizer. Por favor, se forem falar mal, justifiquem para eu poder entender. Convivo com esse universo há tanto tempo que pra mim é tudo óbvio.

E, no fim das contas, agora já sabem o nome da raça principal 😀

Lembrando que colocarei o site da saga no ar até novembro. Acompanhem! ^^

Teaser: Do que Trata meu Livro

Finalmente vou tirar vocês do vale da ignorância, apenas para levá-los ao vale da curiosidade. Vamos esclarecer que ignorância aqui não está sendo usada segundo seu uso comum, e sim no sentido real da palavra: não conhecimento. Porque, afinal, muita gente, inclusive amigos, tem me perguntando com frequência alta: mas do que raios você escreve? Sobre o que é a sua história?

Meu, é muito difícil explicar. Eu passo cinco livros explicando e ainda assim muita coisa eu deixo no ar. MAS vou falar deste vez, apenas para aumentar a curiosidade (sim, pessoal, isso é marketing) e para saber o que acham da ideia.

Para começar, já falei que se passa numa dimensão paralela da Terra, onde não há seres humanos, mas outra raça, que é igual fisicamente, mas com algumas diferenças ligadas ao sistema nervoso (logo no começo do 1º capítulo do livro eu explico isso). Essas diferenças são muito legais, e são, basicamente, a maior característica que faz o livro pertencer ao gênero de Fantasia.

E, além de explicar tudo sobre esta “Terra alternativa”, conto uma história grande que envolve conspirações, guerras (que nunca chegam a acontecer completamente, apenas batalhas), jogos políticos e alguma coisa de tensão psicológica. Existe ação, aventura, alguma coisa de romance lá pro fim, bem coadjuvante, mas meu melhor trabalho é com os jogos emocionais.

Afinal, lido com ideologia e símbolos. Adoro símbolos. Todo mundo gosta, na verdade, algumas pessoas apenas não percebem.

Bem, eu tenho três personagens principais, mas – RÁ – não tem o triângulo amoroso, clichê universal. Na verdade, cada um deles está numa fase da vida e tem influência em seu próprio círculo. E eles interagem entre si, claro. No meu livro – em toda a saga – o romance é algo que fica de lado, que existe mas não é o assunto principal. O assunto universal tratado é a amizade e a confiança.

Parece muito chato falando?

Porque quando tem uma guerra, a primeira coisa em que pensamos são nas pessoas que amamos, nos nossos amigos, e em quem podemos ou não confiar. Então vamos atravessar cinco livros falando disso.

Cada livro pode ser lido como um capítulo de uma série. Ou seja, cada um tem sua histórica própria, com começo, meio e fim, mas fazendo parte de uma trama maior.

Eu adoro mistério. Mas não vou deixar todos os mistérios do mundo para serem resolvidos no último capítulo do último livro. Vou dando as informações e conduzindo o raciocínio do leitor até o próximo passo.

Vamos lá, agora, coisas de que gosto e que, portanto, me influenciam: Agatha Christie, O Senhor dos Anéis, Harry Potter, Sherlock Holmes, House, jogo de computador Runes of Magic, Nárnia, V de Vingança, Clássicos Disney, 007, Drácula (de Bram Stoker, claro), atores ingleses, teatro, Jane Austen. oO

É, vocês vão achar tudo isso nas entrelinhas. Não, não copiei nada de ninguém. Mas essas coisas fazem parte de mim tanto quanto minha família, meus amigos, meus desafetos, vocês que me leem, política internacional, economia e políticas públicas. E vocês vão achar tudo isso no meu livro.

Tenho cenários básicos. Já disse que há uma escola, o que vai me gerar comparações inevitáveis com Harry Potter. Mas fiquem tranquilos, lá pelo capítulo 4 do 1º livro já dá pra perceber que não tem nada a ver.

Tem o Conselho (eu amo o Conselho, e todo mundo ama o Conselho, porque os caras de lá são demais). Tem as organizações de segurança (eu NUNCA vou abandonar minhas raízes policiais). Tem os reinos vizinhos. Tem o lugar onde o vilão malvado está preso (mas ele só aparece no livro 3 hohoho).

Não, não é uma salada. Eu escrevo este livro desde os 15 anos e agora que estou mandando para tentar uma editora, é claro que coloquei toda a minha energia e a minha capacidade de concatenar ideias nesse meio. Algumas pessoas dizem que gostam de como escrevo aqui. Obrigada, isso significa que vocês vão gostar de como escrevo no livro! :D:D:D

Narro em 3º pessoa, que ocasionalmente diz ‘eu’. Isso faz sentido? Faz sim, vocês vão ver.

E, apenas para concluir ests pequena provocação, tudo o que eu sou está nesta série. Se vocês quiserem me conhecer, é só lerem o livro. Se não quiserem me conhecer mas lerem o livro, vai acontecer.

Não falo de experiências pessoais camufladas em parte nenhuma; é muito mais coisa do observo e transforme em algo novo. Lembra do que falei sobre associações de ideias do artigo ‘Inspiração e Criatividade’? Então. Eu uso aquilo mesmo. Não leu? Oh! Ainda bem que ainda está aqui no blog, lá nas primeiras postagens, né?